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Resenha

[RESENHA] Zeca Baleiro em “Sete Vidas”

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(Foto: Silvia Zamboni)

 

Zeca Baleiro nunca foi aquele poeta típico. Vivendo imerso em variadas temáticas, muitas vezes até “Subversivas” como é o caso de “O Heavy Metal do Senhor”, na curiosa canção brincalhona “Lenha”, ou até mesmo na graciosidade e fofura de “Telegrama”.

Em “Sete Vidas”, seu novo single que faz parte do seu 12º álbum autoral, Zeca anda meio a flor da pele. Com brilho de aspectos musicais de Djavan, a primeira estrofe da letra embarca uma letra que compreende o poder de um amor, de um livro que acompanha uma solidão.

Pode parecer bobeira minha, mas a segunda parte da música me faz lembrar “Vento no Litoral”, inesquecível canção que reflete um dos maiores sofrimentos amorosos do eterno Renato Russo. Falo isso em questão de sensações mesmo, nas curvas deliciosas da melodia.

Nesse momento, “Sete Vidas” revela a ausência da presença no inverno, e termina com o verso “Quero que me aqueça com seu beijo terno”.

Com pressa e com medo, o eu lirico da canção a encerra trocando sua morte por mais sete vidas.

 

Por Matheus Luzi

 

 

 

 

 

 

 

Idealizador e editor da Arte Brasileira. Jornalista por formação e amor. Viciadíssimo em música brasileira. Apaixonado pelo Brasil e pelos seus grandes artistas.

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